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Pastor das Assembleias de Deus filiadas a CADEESO. Militar, Casado com Ester Aguiar e pai de dois filhos: Hawinner e Ruan.

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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

CONSTITUICÃO POLITICA DO IMPERIO DO BRAZIL (DE 25 DE MARÇO DE 1824)

EM NOME DA SANTISSIMA TRINDADE

TITULO 1º

Do Imperio do Brazil, seu Territorio, Governo, Dynastia, e Religião

Art. 5. A Religião Catholica Apostolica Romana continuará a ser a Religião do Imperio. Todas as outras Religiões serão permitidas com seu culto domestico, ou particular em casas para isso destinadas, sem fórma alguma exterior do Templo.

CAPITULO II.

Do Poder Executivo

II. Nomear Bispos, e prover os Beneficios Ecclesiasticos.

o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado laico.
Como pode se observar, a religião do Império era tendenciosa e exclusivista, não permitindo que outra religião ou denominação aflorasse. Em todo o país, o número de evangélicos tem subido nos últimos anos. O catolicismo tenta evitar a perda de fiéis. Nas últimas décadas, a Igreja Católica brasileira perdeu 15 milhões de adeptos, segundo pesquisa de mobilidade religiosa feita pelo Ceris (Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais).

Em contrapartida, entre os anos de 2000 e 2003 o número de evangélicos brasileiros passou de 15% para 18% da população, segundo o estudo “Retrato das religiões no Brasil” feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), coordenado pelo economista Marcelo Neri.

Isso significa que, em três anos, quase seis milhões de brasileiros aderiram ao protestantismo, que continua crescendo graças ao trabalho de uma nova geração de pastores.

A socióloga da USP (Universidade de São Paulo) Maria Cristina Loureiro Serra afirma que o sucesso do discurso dos novos pastores está relacionado ao fato de enfatizarem a importância da racionalidade, além de mirarem um segmento que começa a crescer: o dos fiéis da classe média.

O estudo da FGV indica que a maior parte dos evangélicos no país pertence às classes econômicas mais pobres: enquanto o percentual de evangélicos no Brasil era de 15% em 2000, na periferia e nas regiões metropolitanas ele chegava a 20%.

Pois é, apesar disso, sabemos que grande parte dos que hoje se dizem evangélicos não são compromissados com Cristo. Estamos crescendo em quantidade e perdendo em qualidade.

Comentários(2) »

  1. PARABENS PELO BLOG DEUS ABENÇOES !

    Luccas Florencio

  2. muito show

    rebecca zimer

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